Nó-de-cachorro: benefícios e propriedades afrodisíacas

A nó-de-cachorro (Heteropteris aphrodisiaca) é uma planta medicinal (arbusto) nativa da região do Cerrado de Mato Grosso e Goiás.

Benefícios da erva nó-de-cachorro

O chá de nó-de-cachorro auxilia em casos de diabetes, resfriados e gripes, atua como anti-inflamatório e antibacteriano em casos de infecções intestinais ou renais e ajuda em casos de diarreia. O nó-de-cachorro é usado para eliminar o excesso de ácido úrico, fortalecer ossos e tecido muscular. Nestes casos, deve-se colocar as folhas em decocção e aplicá-las nos membros inferiores durante o período da noite. Ajuda em casos de debilidades nervosas, doenças venéreas, problemas oftálmicos como a catarata e a conjuntivite, problemas uterinos e enfermidades da pele, como eczemas.

Estudos indicaram que o chá da erva contém substâncias capazes de reduzir os efeitos colaterais da Ciclosporina, um medicamento largamente usado em casos de doenças autoimunes, ou mesmo e pacientes que tenham passado por transplante de órgãos. Outras pesquisas mostram que pessoas com Mal de Parkinson acabam tendo uma melhoria do funcionamento do sistema nervoso e cerebral com o uso desta planta. Além disso, alivia e previne casos de úlcera, estabiliza níveis de colesterol e beneficia a memória.

A erva nó-de-cachorro e suas propriedades afrodisíacas

A Heteropteris aphrodisiaca é um arbusto de cerca de um metro de altura encontrada em áreas de cerrado no Mato Grosso e de Goiás, e em função de sua raiz possuir semelhança anatômica com o pênis de cachorro, possui tal nome popular de nó-de-cachorro.

Tradicionalmente, é consumida em uma mistura feita com cachaça, agindo como um ótimo estimulante sexual. Isso ocorre porque em sua composição estão presentes elementos como polifenóis, taninos, alcaloides, saponinas e glicosídeos, encontrados em sua raiz. Tais elementos agem como antioxidante, estimulante, tônico, vasodilatador, revigorante e afrodisíaco.

O nó-de-cachorro possui propriedades tônicas, depurativas (quando em forma de vinho), e afrodisíacas, especialmente quando suas raízes são utilizadas em aguardente. O vinho da erva pode ser utilizado por mulheres no período menstrual. Por ser uma planta que atua num equilíbrio do organismo e possui propriedades vasodilatadores e estimulantes, pode beneficiar pessoas que desejam uma melhora sexual (muito em função da melhoria de saúde conjunta do organismo).

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Contraindicações e efeitos colaterais da nó-de-cachorro

Pesquisas e estudos realizados com ratos demonstraram que a planta é quase totalmente atóxica, seja em uso de grandes doses por um curto período, ou em doses baixas por longo período. O uso indiscriminado pode provocar problemas no sistema reprodutor, especialmente dos homens, podendo inclusive levar à infertilidade em determinados casos, visto que atinge o epitélio que tem por função a produção dos espermatozoides, e causa igualmente danos às células Lyding, responsáveis pela produção de testosterona, o que explica a perda de fertilidade.

História e curiosidades

O nó-de-cachorro também pode ser usada como planta ornamental, pois é forrageira. Por meio de pesquisas, foi comprovado que assim como o ginseng, o nó-de-cachorro é uma planta adaptógena (plantas que melhoram a saúde adrenal e a capacidade humana de adaptação a situações extremas).

De acordo com a medicina popular brasileira, a erva é muito utilizada por comunidades no cerrado do Brasil por conta de suas propriedades afrodisíacas e estimulantes na parte sexual, além de ser extremamente revigorante.

Referências:
Chieregatto, Luiz Carlos. “Efeito do tratamento crônico com extratos de Heteropterys aphrodisiaca O. Mach. e Anemopaegma Arvense (Vell.) Stellf. no testículo de ratos wistar adultos.” (2005).
Monteiro, Juliana Castro. “Associação de ciclosporina e Heteropterys aphrodisiaca (no-de-cachorro) adminstrados a ratos wistar: estrutura, ultra-estrutura e morfometria testicular.” (2007).
Galvão, Suzana Maria Pereira, et al. “Memory retrieval improvement by Heteropterys aphrodisiaca in aging rats.” Brazilian Journal of Pharmaceutical Sciences 47.4 (2011): 825-832.

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